sábado, 23 de outubro de 2010
Nél Marques canta
Nél Marques é um jovem compositor. Possui mais de 300 obras não publicadas, entre poemas, canções e prosas que traduzem o sentimento e o espírito crítico deste artista. Neste vídeo, Nél Marques mostra sua canção, Jangada da Saudade. Acesse TV CUCA
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Os sonhos não envelhecem
O CUCA da UNE rememorou em maio de 2008 os 40 anos do movimento que sacudiu os corações e as mentes dos povos do mundo. No Brasil foi instituído o AI-5, que regulamentou a tortura, a perseguição e a morte. Apesar da reação que reprimia duramente, foi a resistência, a principal marca das lutas que eternizaram o ano 1968.
A reprodução da batalha da rua Maria Antônia foi uma das ações que surpreendeu a rotina do centro de São Paulo. O grupo Tá na Rua, do Rio em conjunto com os paulistas do Núcleo Pavanelli e o CUCA reproduziram cenas da batalha, que durou mais de um dia, envolveu mais de cinco mil estudantes da Faculdade de Filosofia da USP contra um grupo pertencente a Universidade Mackenzie e causou a morte do estudante secundarista José Guimarães.
O vídeo "os sonhos não envelhecem" apresenta imagens das ações do maio de 2008, que reproduziu a rebeldia encenada pela geração que resistiu a ditadura.
A reprodução da batalha da rua Maria Antônia foi uma das ações que surpreendeu a rotina do centro de São Paulo. O grupo Tá na Rua, do Rio em conjunto com os paulistas do Núcleo Pavanelli e o CUCA reproduziram cenas da batalha, que durou mais de um dia, envolveu mais de cinco mil estudantes da Faculdade de Filosofia da USP contra um grupo pertencente a Universidade Mackenzie e causou a morte do estudante secundarista José Guimarães.
A intervenção contou com a participação de líderes da UNE, da UEE de São Paulo e da União Guarulhense dos Estudantes. Durante o ato, uma jovem reagiu contra os artistas e ativistas presentes. Da calçada da Universidade Mackenzie, a jovem expressava repúdio ao que ocorria naquele momento e fazia gestos que lembravam os dos líderes nazi-fascistas do século 20.
O maio de 2008 do CUCA denunciou os opressores de ontem e de hoje. Uma intervenção realizada em conjunto com o grupo Política do Impossível levou para as ruas placas de trânsito que sinalizavam os caminhos para o elevado Costa e Silva, o conhecido Minhocão. Seus dizeres: elevado à torturador Costa e Silva. Foram fixados lambe-lambe nas pilastras do Minhocão que diziam: Torturador presidente Artur da Costa e Silva. Atacou todos os setores da sociedade. Silenciou estudantes, matou operários, perseguiu camponeses homens, mulheres, crianças. Em sua gestão foi implantado o AI-5, o ato institucional que regulamentou a perseguição, tortura, desaparecimento e assassinato dos opositores do regime militar.
O maio de 2008 do CUCA denunciou os opressores de ontem e de hoje. Uma intervenção realizada em conjunto com o grupo Política do Impossível levou para as ruas placas de trânsito que sinalizavam os caminhos para o elevado Costa e Silva, o conhecido Minhocão. Seus dizeres: elevado à torturador Costa e Silva. Foram fixados lambe-lambe nas pilastras do Minhocão que diziam: Torturador presidente Artur da Costa e Silva. Atacou todos os setores da sociedade. Silenciou estudantes, matou operários, perseguiu camponeses homens, mulheres, crianças. Em sua gestão foi implantado o AI-5, o ato institucional que regulamentou a perseguição, tortura, desaparecimento e assassinato dos opositores do regime militar.
Intervenções visuais também foram feitas com estêncil referindo-se aos atuais opressores como Gilberto Kassab, o prefeito de São Paulo. Para resistir às medidas de higienização do centro da cidade, realizadas pela prefeitura, e que reprime moradores de rua, o CUCA, junto com um grupo de militantes da UJS de São Paulo fez seu protesto com os slogan "Xô Demo"
O vídeo "os sonhos não envelhecem" apresenta imagens das ações do maio de 2008, que reproduziu a rebeldia encenada pela geração que resistiu a ditadura.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
O cinema marginal brasileiro está em alta na cidade de São Paulo. De 8 a 15 de abril acontece a mostra desenvolvida pelo Ponto de Cultura Hip-Hop a Lápis, da Associação Vermelho, com a curadoria da Heco Produções em parceria do Projeto Povo, Cinematheus e o Instituto Pólis. A entrada é franca. Confira aqui programação completa e os locais do evento.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Rap do Bóris
do rapper Daniel Garnett.
"falando especificamente do vídeo, a intenção foi ser tão hostil quanto o comentário do Boris, e fazer a inversão dos papéis. Ele como ouvinte e nós como agressores verbais, que por final, pede desculpa de forma mecânica e robotizada, já passando para a próxima notícia a fim de abafar o caso “Futebol…“
sábado, 19 de dezembro de 2009
Contato
Vídeo produzido pelo Ponto Cultura Interferência, a partir de uma intervenção audiovisual realizada em Belo Horizonte. O vídeoclip é animado por uma trilha sonora dançante. Mais um vídeo da série Ponto Brasil.
O que é o Ponto Brasil
Ponto Brasil é uma construção coletiva, um afresco coral, uma babel cultural, um poema de muitos poetas. Feito de fragmentos, não tem centro, nem fim. É o movimento da sensibilidade e da inteligência popular brasileira. O avesso da voz autoritária do Brasil, um burburinho borbulhante, alegre, triste, vivo e fervilhante, dos muitos e muitos brasis.
Ponto Brasil é obra aberta e em movimento. Uma fusão de autorias num programa coletivo.
Cada programa tem um tema, uma linha melódica. E assim será, portanto, o resultado de como cada ponto contou seu conto. O que se fará de cada tema é o que dará o sabor de cada lugar. As interpretações serão, portanto, necessariamente multifacetadas, poliformes, paralelas, recombinadas e por vezes até por que não? - dissonantes.
Para pensar os temas, todo caminho é possível. E neste oceano do "tudo-possível" vamos fazer uso de ferramentas de navegação. O site é um deles. Que tal usar a internet pra amassar pensamentos coletivamente?
Ponto Brasil é uma construção coletiva, um afresco coral, uma babel cultural, um poema de muitos poetas. Feito de fragmentos, não tem centro, nem fim. É o movimento da sensibilidade e da inteligência popular brasileira. O avesso da voz autoritária do Brasil, um burburinho borbulhante, alegre, triste, vivo e fervilhante, dos muitos e muitos brasis.
Ponto Brasil é obra aberta e em movimento. Uma fusão de autorias num programa coletivo.
Cada programa tem um tema, uma linha melódica. E assim será, portanto, o resultado de como cada ponto contou seu conto. O que se fará de cada tema é o que dará o sabor de cada lugar. As interpretações serão, portanto, necessariamente multifacetadas, poliformes, paralelas, recombinadas e por vezes até por que não? - dissonantes.
Para pensar os temas, todo caminho é possível. E neste oceano do "tudo-possível" vamos fazer uso de ferramentas de navegação. O site é um deles. Que tal usar a internet pra amassar pensamentos coletivamente?
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Filhos da Democracia
O CUCA Cinejornal Especial Filhos da Democracia, foi lançado no 51º Congresso da UNE
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Paisagem Musical | SP
Estréia em Novembro/2009.....
Documentário musical e antropólogico, produzido e idealizado pelo grupo Paisagem Musical, com o apoio do LISA-USP (Laboratório de Imagem e Som da Antropologia) e da Pró-reitoria de Cultura e Extensão-USP.
Uma vivência com os sons da cidade, etnografia sonora da sinfonia mutante e caótica das ruas. E nesse caos, aqueles que tocam intencionalmente, os músicos das ruas.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
HELP! THE BONSAI KITTIES
A uma semana do show de lancamento do seu primeiro album, as bonsai kitties tiveram um contratempo... Tudo foi registrado por uma equipe que filmava um documentario sobre a banda.
domingo, 12 de abril de 2009
8X8
Vencedor do Festival Integrado de Cinema Universitário da UFBA, categoria Ficção.
http://www.festivalintegrado.ufba.br/
Curta metragem baseado no conto Copromancia de Rubem Fonseca. Tem seu enredo focado na invasão de privacidade, retratando uma situação extrema, quando o personagem principal se vê compartilhando uma estranha mania com a sua mais recente companheira.
http://www.orkut.com/Community.aspx?c...
terça-feira, 3 de março de 2009
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
CUCA CINEJORNAL 68+40
Edição especial do CUCA Cinejornal sobre o ano de 1968 e suas reminiscências no presente. Imagens de arquivo juntam-se à depoimentos e ações do movimento estudantil registrados pelo CUCA da UNE. O vídeo mostra a Encenação da Batalha da Maria Augusta, realizada este ano pelo CUCA SP em parceria com o grupo Tá Na Rua, o Política do Impossível e o Teatro Pavanelli, a III Caravana da Anistia do Ministério da Justiça, feita em maio de 2208 no terreno da UNE no Rio de Janeiro, o evento Arte e Guerrilha produzido e executado pelo CUCA BA, Intervenções ambientais dos PIA - Programa de Intervenção Ambiental e do Política do Impossível.Um análise histórica, uma crítica ao presente e o desejo e a luta pelo fim da ditadura no Brasil e pela abertura dos arquivos da ditadura militar brasileria. Músicas do Clã Nordestino, Wagner e Tropicália.
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Em homenagem aos 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos e em memória dos 40 anos do Ato Instituicional no. 5
Em homenagem aos 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos e em memória dos 40 anos do Ato Instituicional no. 5
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
O Palco terrorista de Bush
Depois de vencer o Oscar ao dissecar, em Sob a Névoa da Guerra (2003), os principais equívocos da política externa dos Estados Unidos no pós-guerra, Morris concentra o foco desta vez no mais covarde episódio da corrente guerra do Iraque: as fotos de militares humilhando e torturando presos iraquianos na prisão de Abu Ghraib.
Um dos maiores triunfos do filme é esta precisa delimitação de tema. Menos é mais. Morris detalha os fatos e explica as causas do escândalo militar de Abu Ghraib. A antiga e gigantesca câmera de horrores de Saddam Hussein, situada a cerca de 40 quilômetros de Bagdá, se tornou a central de interrogatórios das tropas americanas no Iraque.
Com o ex-ditador ainda em fuga, o comando das operações pressionou os subalternos por informações a qualquer preço, trazendo os métodos desumanos aplicados em Guantánamo e no Afeganistão. Jovens despreparados ultrapassaram novas barreiras visando “quebrar” a resistência dos detidos. Deu no que deu.
O dispositivo documental de Morris se repete aqui sem maiores novidades. A narrativa se constrói a partir de entrevistas (algumas pagas) com a maior parte dos soldados envolvidos, das fotos e mesmo de um vídeo que registraram as violações aos direitos humanos e da reencenação de alguns episódios.
A hiper-estilizada dramatização das agressões não cumpre desta vez o papel problematizador de outros de seus filmes, notadamente A Tênue Linha da Morte (1988). Nenhuma voz se ergue ou descontrola durante as entrevistas.
O depoimento mais enraivecido é colhido da general Janis Karpinski, a comandante das prisões militares no Iraque incluindo Abu Ghraib, que não tinha qualquer experiência prévia de gestão penitenciária e foi afastada na esteira da revelação das atrocidades pelo repórter Seymour M. Hersh de The New Yorker em abril de 2004. Karpinski logo de saída vincula a escalada das crueldades ao método vale-tudo importado pelo general Geoffrey Miller, ex-chefe de Guantánamo, e pelo tenente-general Ricardo S. Sanchez, comandante supremo no Iraque.
Morris nos mostra como, a partir das fotos, foi reconstituída a cadeia temporal dos eventos. O filme desenvolve-se então dissecando cada um dos principais episódios fotografados. O sereno depoimento de seis dos sete soldados revela a participação de cada um naquela espiral de horror.
Apenas um deles não teve seu depoimento autorizado, não por coincidência o que parece liderar a gang: o cabo Charles A. Graner, que cumpre uma pena de dez anos. É fácil reconhecê-lo em várias das imagens, com o mais velho dos soldados.
Graner namorava simultaneamente duas das protagonistas daquele circo de crueldades: a soldado raso Lynndie England, a quem engravidou e abandonou, e, sem que ela soubesse, a cabo Megan Ambuhl, com quem se casou.
Lynddie, então com 21 anos, surge na tela inchada e depressiva, tentando justificar sua participação por cegueira amorosa. É ela a presença feminina mais constante, por exemplo na chocante imagem do prisioneiro forçado a se masturbar. Megan, por sua vez, se sente injustiçada por pretensamente ter sido apenas uma testemunha.
A terceira envolvida, a cabo Sabrina Harman, busca nas cartas que enviou regularmente à namorada nos Estados Unidos a prova de que fotografou tudo para ter “provas” das torturas. Ao comentar a foto dela própria sorrindo e fazendo sinal de positivo com o polegar ao lado do cadáver de um prisioneiro assassinado por espancamento, justifica-se dizendo jamais saber o que fazer diante das câmeras. Cada depoente masculino tem também sua personalíssima explicação.
O inquérito catalisado pela denúncia contrapôs duas classificações aos episódios — procedimento operacional padrão versus atos criminosos. A pirâmide de presos nus simulando atos sexuais é um exemplo do segundo. Um exemplo do primeiro? O prisioneiro encapuzado, com um cobertor no corpo, de pé num caixote e com fios pretensamente eletrificados amarrados nas mãos e na genitália.
Os sete soldados subalternos receberam variadas penas, incluindo prisões de seis meses a dez anos (só Megan escapou). Nenhum superior foi criminalmente punido. “Foi um bando de crianças que se tornou o bode expiatório”, conclui um investigador entrevistado. Ou “sem foto, sem crime”, como dizem Philip Gourevitch e Errol Morris na versão expandida em livro do filme. Assim foi a era Bush.
fonte -www.vermelho.org
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
O Sonho Pede Socorro
Título da Produção: O Sonho pede Socorro
Duração: 4'10''
Mês da finalização: Janeiro de 2008
Roteiro e Direção: Érica Lima
Diretor de Fotografia e Ediçao: Alexandre Santos
Produção: Jurandyr França
Trilha sonora: Valéria Oliveira
Atriz: Érica Lima
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Sinopse :O Sonho Pede Socorro é um Videoclipe da cantora potiguar Valéria Oliveira que utiliza imagens da cidade de Natal. Uma câmera percorre vários lugares à noite, mostrando as luzes natalinas, ruas vazias e locais com muitas pessoas. Ora esta câmera assume o olhar da personagem, ora do telespectador. Transportando o telespectador para a condição da personagem, sozinha, buscando um consolo, um abrigo, não um espaço físico e sim um local onde ela se encontre para apaziguar seus conflitos internos.
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quinta-feira, 19 de junho de 2008
Quilombolas de João Surá - 200 Anos Parte II
Proposta da realização de um vídeo etnográfico fruto de uma parceria entre o coletivo Soylocoporti, Universidade Federal do Paraná e VER-SUS Extensão, em que através de visitas ao longo de janeiro a agosto de 2007 foi possível a captação de imagens e relatos que se remetem a história e costumes locais da comunidade que completou 200 anos em 2007.
veja a terceira parte do vídeo no youtube.
Em breve outros vídeos do coletivo Soylocoporti aqui no Blog do CUCA.
terça-feira, 27 de maio de 2008
CADÊ O DANIEL? RJ
ANO | 2008
REALIZAÇÃO | ANDRÉ SICURO, LUAR GRINBERG, ALICE SICURO.
O ENCONTRO, A SAUDADE, A IDÉIA, O FILME
No dia 31 de maio de 2007, noite de Lua Azul, nós estávamos na Lapa assistindo ao show dO Chico. Eufóricos por causa da Lua, começamos a interagir, a dançar e conversar com as pessoas, quando conhecemos o Daniel. Ele estava no bar da esquina do Asa Branca, com sua mãe e a tia Lucinha.
Com uma câmera digital filmamos e fotografamos alguns momentos do encontro, ele estava com um nível de interação superior ao do resto das pessoas naquela noite, talvez fosse a Lua Azul... mas depois de muita conversa o Daniel teve que ir embora com a tia Lucinha e esquecemos de trocar telefones!
Nos dias que se seguiram, o Daniel era assunto freqüente e imaginávamos o que poderíamos fazer para reencontrá-lo. Daí tivemos a idéia.
Colar cartazes! Decidimos espalhar cartazes com a foto dele por aí, nos lugares que talvez ele freqüentasse: cinemas, teatros, metrô, Lapa... Até sermos motivados por outro impulso: o MOLA (Mostra Livre de Artes - Circo Voador).
A brincadeira virou um filme. Adotamos o burlesco, a fantasia, explorando as mídias, a espontaneidade das pessoas nas ruas e a possibilidade de realizar um filme no qual a conclusão fosse gravada ao vivo, em frente à platéia.
No fim das contas nos apaixonamos mais pelo projeto que pelo Daniel e ele se tornou apenas o ponto de partida pra uma história de obsessão, humor e magia negra.
Este vídeo foi produzido por acaso.
Mas acaso não existe.
Todos os personagens são reais com exceção da Cigana e da Louca.
contato | andre.sicuro@gmail.com
UM VÍDEO POR SEMANA, PARTICIPE!
O blog do CUCA inicia uma nova sessão de interação com seu público. Para saber, reunir e mostrar as mais variadas produções audiovisuais da juventude brasileira que hoje vivem um dos momentos mais férteis para as produções de baixo orçamento ditas independentes, mas que também apostam no fortalecimento de um mercado alternativo que garanta sua circulação é que toda semana a partir de agora organizaremos uma coluna audiovisual selecionada da internet.
Enquanto não podemos postar diretamente na TV CUCA, mas com a necessidade sempre crescente de ampliar o fluxo de conteúdos do canal do CUCA e de fortalecer a troca entre a vasta e diversa rede cultural da juventude, é que pedimos o seu "link". Bote o seu que eu boto o meu!
O espaço é aberto a todos cuqueiros, estudantes de artes, artistas populares, movimentos sociais e culturais e demais parceiros que queiram mostrar seus trabalhos, vender seus peixes, saber o que mais rola por aí ou mesmo uma simples dica de algum vídeo que viu pelo mundo da internet.
A boa e divertida primeira provocação de estréia do canal trata-se do curta "cadê o Daniel?", dos estudantes de cinema da Federal Fluminense que não "se enganam" e abrem a sessão do blog. O filme foi exibido no mola do Circo Voador.
Indique também o seu....vale tudo...ficção, documental, video-arte, feito de celular, em sala de aula, um momento curioso, noticias regionais, tudo... só não deixe de participar!
Envie seu link e ao menos um parágrafo explicativo para blogcuca@gmail.com e boa sessão!
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